quinta-feira, março 8

Chelsea x Porto

Chelsea x Porto - há dias assim , para não dizer eliminatórias assim , em que a sorte nunca esteve do nosso lado, nem no dragão nem em Inglaterra.

Uma certeza fica se o Fc porto se manter estável e até com a entrada de mais valias como Anderson, teremos em breve uma equipa para discutir sempre com melhores, pois terá mas experiência( a equipa do porto deve ser a mais nova em termos de media de idades e experiência nestas andanças, e ainda assim se bate com os melhores , logo com um pouco mais de experiência acho que nos poder levar a vitorias de novo

Aqui fica a historia do Chelsea x Porto segundo o Jogo.

O FC Porto caiu de pé. Os portistas foram eliminados da Liga dos Campeões pelo Chelsea, mas fizeram os milionários londrinos transpirar para continuarem em frente e chegaram a ter um pé entalado na porta de acesso aos quartos-de-final.

Um golo de Quaresma num primeiro tempo dominado pelos portistas e um esquema táctico inesperado e inesperadamente coeso chegaram a fazer tremer as bancadas de Stamford Bridge, mas um erro de Helton, no início da segunda parte, deitaria tudo a perder.

Jesualdo tinha ameaçado de véspera e cumpriu mesmo. Nem Postiga, nem Adriano fizeram parte das opções do treinador portista para o onze que entrou ontem de início em Stamford Bridge, e isso apesar do empate registado na primeira-mão claramente obrigar os portistas a marcar ao Chelsea.

Uma contradição apenas aparente. O ponta-de-lança do costume foi trocado pelo reforço defensivo, com Ricardo Costa a voltar à equipa para actuar ao lado de Pepe e Bruno Alves, mas no lado esquerdo da defesa, libertando Cech para o meio-campo em losango, com Lucho a organizar o jogo ofensivo e Lisandro e Quaresma na frente. E o facto é que o esquema funcionou. Primeiro anulando o meio-campo do Chelsea e, num segundo tempo, explorando a velocidade de Quaresma. Foi assim que os portistas se colocaram em vantagem. Pepe ganhou a Drogba e a bola passou por Raul Meireles e Lucho antes de isolar Quaresma frente a Cech para o primeiro golo da noite.

O Chelsea abanou e, até ao intervalo, não conseguiu reagir. Depois tudo mudou. Mourinho fez entrar Mikel e pediu a Diarra para marcar Cech, numa tentativa para anular o losango portista, mas, ainda antes das mudanças fazerem efeito, um remate de Robben à figura de Helton mudou a história do jogo. O guarda-redes brasileiro não segurou a bola que ganhou um efeito caprichoso e entrou na baliza. A eliminatória estava empatada, mas o Chelsea tinha ganho balanço. Mesmo assim, levou meia-hora para chegar ao segundo, uma demonstração de poderio ofensivo, com a bola a passar por Drogba e Shevchenko antes de ser rematada por Ballack.

Jesualdo ainda tentou. Fez entrar Adriano e Ibson, devolvendo a equipa ao 4-3-3, ainda tentou Bruno Moraes e até adiantou Bruno Alves para o ataque, tentando explorar a ausência de Terry no eixo, mas nada resultou. O golo que podia ter mudado tudo não apareceu, mas Stamford Bridge só respirou de alívio no fim .

Ficha de jogo


Chelsea 2 - FC Porto 1

estádio Stamford Bridge

GOLOS: 0-1|15’ Quaresma 1-1|48’ Robben; 2-1|78’ Ballack

quarta-feira, fevereiro 28

FC Porto-Braga

já há árbitro para o FC Porto-Braga.


Olegário Benquerença natural de Leiria, foi o nomeado para chefiar a equipa de arbritagem do proximo jogo do FC porto nesta 2ª volta do campeonato nacional (20ª jornada), a realizar no estádio do Dragão no próximo sábado.

FCPorto vs Braga

FCPorto vs Braga, este é o próximo jogo

FC Porto começou hoje a preparar a recepção de sábado à noite ao Braga de Jorge Costa, no centro de estágios do Olival, depois de um dia de folga, após a gorda vitória em Aveiro (5-0) sobre o Beira-Mar.

O médio ofensivo brasileiro Jorginho deixou o departamento médico e já trabalhou no campo, embora ainda sujeito a cautelas que, como os caldos de galinha, nunca fizeram mal.

Os outros dois lesionados, Anderson e Pedro Emanuel fizeram o habitual nestas últimas semanas, ginásio, aquele e tratamento, este. Do treino propriamente dito, como também é uso e costume na casa e vai sendo cada vez mais vulgar no país do futebol, 15 minutos abertos aos jornalistas, que dão para ver o chamado aquecimento que, no caso, teve duas partes.

A primeira, para começar e desentorpecer os músculos, corrida, naquele ritmo que nem é andar nem é correr e, depois, os meiínhos, com a bola a circular rapidamente de uns para os outros e alguém a tentar interceptá-la.

É um divertimento. Já com o coração mais acelerado, com os músculos quentes, a coisa vai começar a sério, que é o que os jornalistas querem ver. Mas não vêem, vão à vida, que é como quem diz esperam pelo boletim clínico que, quase sempre, é igual ao da véspera e, assim, não há entusiasmo pela arte de informar que aqueça. Resta a boa disposição, quando resta.

O próximo treino é amanhã, a partir das 10 horas, outra vez no Olival e com os sacramentais 15 minutos abertos aos jornalistas, antecâmara dos exercícios de imaginação que se seguem.

Fonte: o Jogo